Na Roma antiga existia um deus chamado Janus, sempre representado por uma cabeça e dois rostos, olhando para frente e para trás. Esta divindade tinha como tarefa proteger os chamados “começos”, isto é, a hora inicial do primeiro dia ano Januarius, guardando o passado (ano que terminou) e abrindo o futuro (ano novo). Viva Janeiro, viva o deus roman0 e viva 2012…
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Pesquisa realizada pela Harvard Business Review com mais de 2 mil empresas aponta que menos de 7% interagem com os clientes em redes sociais. A maioria delas ainda está fixa ao paradigma que estas mídias servem apenas para escutar a opinião dos internautas e muitas vezes, ignoram as possibilidades de acompanhar, analisar e participar de discussões entre milhões de consumidores. Veja os erros mais comuns das empresas nas mídias sociais:
- A maioria das organizações ainda enxerga as redes como um termômetro da opinião dos clientes
- A maioria ignora a possibilidade de acompanhar, analisar e participar deste ambiente on line
- 75% das empresas pesquisadas não sabia onde a maioria dos seus clientes valiosos estavam falando sobre elas
- 1/4 sabe o que os principais clientes falam sobre a sua empresa ou marca nas redes sociais
- 1/3 não monitora com eficácia este canal
- 23% usam ferramentas para analisar informações coletadas apenas.
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A holding inglesa Diageo, detentora da marca do uísque Johnnie Walker, abriu processo administrativo no Inpi (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) contra a cachaça João Andante. A Diageo acusa a empresa mineira de ser “imitação” de sua marca –segundo ela, avaliada em US$ 3,5 bilhões.
Mas o processo gerou publicidade para a cachaça e fez suas vendas dispararem. Nas últimas duas semanas, os pedidos feitos via e-mail já chegam a mil garrafas. Até então, as vendas eram de apenas 200 garrafas por mês.
“Os pedidos estão aumentando muito e nós sempre trabalhamos com margem e volume pequenos”, disse Gabriel Lana, 25, um dos donos.
A João Andante foi organizada em 2008 por quatro jovens que viam a atividade mais como um hobby do que propriamente um negócio empresarial. Cada um deles segue com sua profissão.
O desenho das duas marcas é representado pela figura de um andarilho, embora de classes sociais distintas: enquanto um é lorde, o outro é um jeca, ou capiau, conforme o regionalismo mineiro.
“Apesar de ambos os personagens mostrarem algumas distinções, o uso da expressão ‘João Andante’, que é a tradução literal de ‘Johnnie Walker’, evidencia a intenção de criar uma ‘versão local’ da marca”, argumenta a holding inglesa por meio do escritório de advocacia Dannemann Siemsen.
Os mineiros negam que o uísque tenha sido a inspiração e sustentam que o Walker da marca inglesa nada tem a ver com andar ou caminhar –é um sobrenome.
Afirmam que a ideia é a de um caixeiro-viajante, que é um andarilho, segundo o escritório de advocacia Hidelbrando Pontes e Associados.
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Em tempos de crise, corte de gastos é a expressão de ordem nos países europeus com problemas fiscais. Na Espanha, por exemplo, os alunos das escolas públicas de Barcelona vão aprender na prática o que significam as medidas de austeridade. As instituições de ensino receberam ordens expressas do governo para economizar no uso de papel higiênico.
Uma reportagem do jornal El País mostra que as escolas que dependem do Consórcio de Educação, firmado entre a prefeitura e o governo catalão, receberam uma carta com instruções sobre o uso do papel higiênico e das toalhas de papel usadas para secar as mãos.
As diretrizes são claras: cada aluno pode usar por mês até 25 metros de papel higiênico e 11 metros de toalhas de papel, dentre outras restrições. De acordo com o governo, as medidas foram calculadas com base em uma “média aritmética do consumo detectado”.
A carta diz ainda que não se trata de uma medida restritiva, e sim um ajuste no que estava sendo considerado um consumo excessivo. O governo afirma ainda que a motivação para as novas regras são também ambientais, já que elas devem ajudar a reduzir o consumo de papel.
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A Cia das Letras anunciou nesta segunda-feira (5) que o grupo inglês Penguin adquiriu fatia de 45% da editora brasileira. O anúncio do negócio foi feito pelo presidente da Cia das Letras, Luiz Schwarcz, e por John Makinson, editor executivo da Penguin.
“Assim, a partir de hoje, a Penguin passa a ser sócia minoritária da Companhia, adquirindo, através da sua empresa mãe, a Pearson, 45% das ações da Editora Schwarcz, razão social da Companhia das Letras.
Uma holding reunirá as ações da família Moreira Salles e da família Schwarcz, a qual, majoritária, manterá o controle da empresa”, afirmou Schwarcz.
De acordo com o presidente, nada muda nos princípios e no comando da Companhia das Letras.
As editoras já eram parceiras desde o ano passado, quando se uniram para lançar livros da Penguin no Brasil e clássicos da literatura brasileira.
“O Brasil era uma lacuna no portfólio da Penguin e este investimento nos deixa em uma posição mais forte que qualquer outra editora estrangeira neste país”, disse Makinson durante a coletiva.
A Companhia das Letras foi fundada em 1986. Em 24 anos, publicou quase 3 mil títulos, de 1300 autores, incluindo os lançamentos dos outros selos da editora: Companhia das Letrinhas, Cia. das Letras, Companhia de Bolso, Quadrinhos na Cia., editora Claro Enigma e Penguin Companhia.
Desde 2010, a Cia e a Penguin criaram o selo Penguin Companhia, que edita, em português, obras do catálogo da Penguin Classics e uma série de clássicos em língua portuguesa, além de novos projetos idealizados especialmente para a coleção.
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